Páginas

História do Silk Screen

Créditos à Wikipedia

Desde os tempos mais remotos, existe, no Oriente, o estêncil (pl. estênceis, em inglês stencil) para a aplicação de padrões (modelos, espaços seqüenciais) em tecidos, móveis e paredes.

Na China os recortes em papel (cut-papers) não eram só usados como uma forma independente de artefato, mas também como máscaras para estampa, principalmente em tecidos.

No Japão o processo com estêncil alcançou grande notabilidade no período Kamamura quando as armaduras dos samurais, as cobertas de cavalos e os estandartes tinham emblemas aplicados por esse processo. Durante os séculos XVII e XVIII ainda se usava esse tipo de impressão na estamparia de tecidos. Aos japoneses é atribuída a solução das “pontes” das máscaras: diz-se que usavam fios de cabelo para segurar uma parte na outra.

No Ocidente registra-se no século passado, em Lyon, França, o processo (de máscaras, recortes) sendo usado em indústrias têxteis (impressão a la lyonnaise ou pochoir) onde a imagem era impressa através dos vazados, a pincel. No início do século registravam-se as primeiras patentes: 1907 na Inglaterra e 1915 nos Estados Unidos, e o números de impressos comerciais cresceu muito. Na América, os móveis, paredes e outras superfícies eram decorados dessa maneira.

Foram raros os artistas que utilizaram o processo como ferramenta para a execução de gravuras, ou de trabalhos gráficos. Theóphile Steinlein, um artista suíço que vivia em Paris no início do século (morreu em 1923) é um dos poucos exemplos do uso da técnica. Neste período da grande depressão de 30, nos EUA os esforços do WPA - Federal Art Projects, estimularam um grupo de artistas encabeçados por Anthony Velonis a experimentar a técnica com propósitos artísticos. Os materiais e equipamentos baratos, facilmente encontrados sem grandes investimentos foram algumas das razões que estimularam os artistas a experimentar o processo. Entre eles, citamos Bem Shahn, Robert Gwathmey, Harry Stenberg. Tais artistas iniciaram um importante trabalho de transformar um meio mecânico, cujas qualidades gráficas se limitavam às impressões comerciais, numa importante ferramenta para desenvolver seus estilos pessoais. O sentido desse esforço inicial estendeu-se aos artistas dos anos 1950, incluindo os expressionistas abstratos e os action painters, como Jackson Pollock.

Até Marcel Duchamp, que não era exatamente um artista-gravador, nos deixou um auto-retrato de 1959, uma serigrafia colorida que está no MoMa (Museum of Modern Art, Nova York).

No fim da segunda guerra mundial, quando os aviões americanos aterrizaram em Colónia (Alemanha), com suas fuselagens decoradas com emblemas e comics em serigrafia, surgiu o interesse europeu pela técnica.

As barreiras e definições estabelecidas que tratavam a serigrafia como “manifestação gráfica menor” só foram eliminadas no fim dos anos 1950, início dos 1960. O grande responsável por isso foi o processo fotográfico utilizado através da serigrafia e novos conceitos e movimentos artísticos, além do avanço tecnológico (ver Pop art, Op art, Hard-edge, Stripe, Color-field, Minimal Art). Os primeiros artistas que se utilizaram do processo procuravam tornar mais naturais e menos frias as impressões. Foram ressaltados, entre outros, dois pontos básicos da técnica: (1) sua extrema adaptabilidade que permite a aplicação sobre qualquer superfície inclusive tridimensional, muito conveniente para certas tendências artísticas (2) e suas especificidades gráficas próprias, ou seja características gráficas que apenas a serigrafia pode proporcionar.

Da necessidade de artistas como Rauschemberg, Rosenquist, Warhol, Lichtenstein, Vasarely, Amrskiemicz, Albers, Indiana e Stella, houve o desenvolvimento contemporâneo do processo em aplicações artísticas. Novos conceitos foram associados às idéias tradicionais e o estigma “comercial” da serigrafia tornou-se uma questão ultrapassada.

Equipe Novart

ESTAMPARIA – EM BUSCA DA ESTAMPA PERFEITA – ARTE FINAL

25 de março- uma moda real, informal e que mostra as tendências
ESTAMPARIA


Sempre falo que papel, tecido ou uma tela de computador em branco aceita qualquer idéia. Cabe a quem cria, sempre surpreender.


Na moda, a estamparia sempre foi um diferencial importante. Nos anos 60 nos famosos desfiles da Rhodia organizados por Livio Rangan, Thomie Otake, Manabu Mabe, Volpi entre outros, emprestavam seus traços para os tecidos. Tudo isso é arte.


Nas camisetas, desde que Marlon Brando apareceu com uma branca básica no filme “O Selvagem” , a estampa se tornou algo tão importante quanto à moda.


Para as grandes marcas a estampa em uma camiseta virou um outdoor ambulante, e as pessoas pagam e dependendo da marca, pagam caro por isso.


Nos tecidos uma estampa diferenciada que segue a linha criativa de uma coleção é um diferencial indispensável. Pois os tecidos são iguais para todos.


Em um mundo cada vez mais identificado por tribos urbanas, a camiseta, passou a ser um identificador destas tribos. Desde o Gótico até o surfista. A Galeria do Rock em São Paulo é uma aula de Tribos Urbanas e tendências Teens/Jovens.


Estava curioso para conhecer uma estamparia de perto e fui convidado pela minha amiga Rosana Serrano a conhecer a Arte Final.A estamparia esta localizada no coração do Brás, aonde a moda Brasileira pulsa.

Com os seus 3 quilômetros de extensão, 55 ruas e 6.000 estabelecimentos , o Brás é o maior bairro comercial e um dos maiores centros atacadistas do Brasil. Recebe em média 500 mil pessoas por dia em busca de uma variedade extraordinária de produtos de alta qualidade e preços incomparáveis. Suas lojas recebem compradores de todo o Brasil e de outros países da América do Sul, Estados Unidos,da Europa, da África e até da Ásia.

ARTE FINAL

O tamanho das mesas se silk impressionam. De lá saem em média de 3000 a 5000 peças estampadas por dia.


Para mim a estamparia em Silk era aquele método de impressão com telas a que ficávamos presos apenas a uma impressão chapada de uma a quatro cores. Fiquei impressionado com a gama de coisas que a gente pode fazer utilizando a tecnologia de Silk com as novas tintas.

Vamos ver alguns exemplos que a Rosana nos passou:


Plastisol preto

Flocado em preto

2 cores em mix

Tela em produção

Aplicação da 1º cor do desenho



Puff com efeito craquelado e no miolo das flores gliter ouro

Puff com foil prata

Plastisol relevo com foil prata

Mix com detalhes em gliter pink

Estampa a 4 cores, sendo mix na rosa e flocado na parte externa

Plastisol em relevo na cor cinza

Plastisol com gliter

Foil prata imitando paetês

Estampa a 3 cores, sendo: foil ouro+gliter bronze+pasta

Monocromia(reticulado a 1 cor)

Vestido em tecido transparente preto e estampa em branco imitando gaze



Floco marrom sobre tecido transparente

Gliter e metal sextavado(termocolante)

Corrosão colorida sobre malha preta

Quadricromia total, sobre tecido claro

Floco preto sobre tecido plano(oxford)


Fonte: comunidademoda.com.br

Estamparia Silk-Screen, Tendência em Alta


 O silk-screen utiliza uma matriz de tecido para reproduzir uma imagem, por meio da tela de seda.

A serigrafia é um dos mais antigos métodos de impressão. Ela começou artesanalmente e, embora ainda hoje possa ser trabalhada da mesma forma, há no mercado máquinas para todas as escalas de produção.

Também chamado de silk-screen, esse processo utiliza uma matriz de tecido para reproduzir uma imagem. Daí o nome seda-tela, da tradução de silk-screen. É nessa “tela de seda” que são gravadas as imagens para que depois possam ser reproduzidas. A diferença para os outros processos é que a serigrafia é o meio de impressão mais simples de todos. Envolve os menores custos de implantação, sendo o único que pode imprimir sobre qualquer formato e em qualquer material.

Com a valorização e difusão pelos mais diversos setores da indústria, houve  grande desenvolvimento da técnica. Novos materiais, insumos, equipamentos e procedimentos surgiram. Hoje, há a possibilidade de impressões nos mais diversos substratos, lona, acrílico, vidro, porcelana, vinil autoadesivo entre outros. Sua versatilidade permite que seja empregada em processos artesanais simples ou em automatização, os quais permitem aumentar a produtividade e a qualidade das impressões.

Mesmo com máquinas projetadas para realizar milhares de impressões por hora, o mercado de serigrafia não depende exclusivamente de grandes impressoras, nem de vultosos capitais. O silk-screen pode ser feito artesanalmente, e com poucos investimentos. Muitos trabalhos em serigrafia são feitos manualmente e realizados em pequenas áreas dentro da própria residência, utilizando equipamentos de baixo custo. Independente do investimento em máquinas e equipamentos, qualquer pessoa pode montar uma estamparia e começar a produzir uma infinidade de itens. O mercado não só está aberto a esse tipo de iniciativa, como tem se mostrado receptivo.

 Um segmento expressivo, que está se beneficiando das facilidades do processo de impressão em serigrafia, é o ramo de confecções.


Um segmento expressivo que está se beneficiando das facilidades do processo de impressão em serigrafia é o ramo de confecções. Seja terceirizando ou estampando suas próprias peças, as confecções desenvolvem estampas dos mais variados motivos, tornando possível as criações dos estilistas e fazendo dessa etapa de produção um ponto muito importante para toda a coleção. Por meio da confecção das peças-piloto, fica muito mais barato e fácil selecionar as melhores combinações, reduzindo custos e ganhando competitividade.

Com o intuito de disseminar o conhecimento da técnica para os novos empreendedores, o CPT- Centro de Produções Técnicas elaborou o curso “Silk-Screen - Como Montar uma Estamparia”, no qual você estará recebendo informações do administrador de empresas Luiz Cláudio Christ Mussumesci, pós-graduado em administração de micro e pequenas empresas pela Universidade Federal de Lavras e proprietário da Abadágio Brasil, estamparia e confecção.

Após fazer o curso e ser aprovado na avaliação, o aluno recebe um certificado de conclusão emitido pela UOV – Universidade On Line de Viçosa, filiada à ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância.

O leque de itens que podem ser produzidos em uma estamparia é grande. Da impressão de brindes como bonés; peças plásticas, as mais diversas possíveis; canetas; cartazes à peças de vestuário como jogos de toalhas e camisetas. Em quase tudo o que é produzido hoje, há aplicação de silk-screen. E a cada dia surgem novas necessidades. Essa variedade de utilizações abre novos mercados e pode transformar a estamparia  em uma alternativa para aumentar a economia familiar, fazendo da serigrafia uma segunda fonte de renda. O que começa por hobby, pode se transformar em importante receita para o orçamento doméstico

Fonte: cpt.com.br

DF Cromia + Tutorial


O que é DF Cromia?

Criado para facilitar o trabalho de milhares de serígrafos espalhados pelo mundo, o DF_Cromia é uma síntese das maiores necessidades dos serígrafos. Com o DF_Cromia você poderá imprimir policromia e monocromia em qualquer impressora, não importando se a mesma possua postscript ou não.

O DF_Cromia realiza com perfeição a separação de cores como também a abertura de pontos independente da sua impressora. Não é necessário alterar a configuração da sua impressora ou computador.

O DF_Cromia é totalmente compatível com PCs e MACs, não importando também qual a versão do seu sistema operacional. É compatível com todas as impressoras laser, jato de tinta, preto e branco, colorida, pó, cera e todos os modelos de plotters.

Assim, o DF_Cromia é a melhor e mais eficiente solução para quem necessita imprimir policromia e monocromia e não possui impressora com a função postscript.

Variedade e Versatilidade

Além do DF_Cromia realizar uma tarefa que poucos modelos de impressoras realizam, ele o faz com eficiência. Em sua configuração o DF_Cromia traz todos os pontos necessários para todos os tipos de impressões em policromia e monocromia. Sua pontuação vai desde 10Lpi a 60Lpi, o que proporciona uma gama bem ampla de escolha de ponto, que permitir-lhe-á uma revelação utilizando desde nylon 44 ao 120 (ou superior), o que dar-lhe-á um ótimo resultado em pinturas de camisetas, bonés, faixas, adesivos de todos os tipos, etc.

Os Lpi's, assim como seus ângulos foram projetados seguindo o padrão dos melhores modelos e marcas de impressoras com o recurso postscript.
[+] Clique aqui para mais informações deste produto.

[+] Compare preços deste produto.

Servidor : Rapidshare

Download

Tutorial

Download

Fonte: blogdownloadfacil

Novas escolas de serigrafia

Young Colors, escola de serigrafia de Curitiba, procura parceiro para expansão em outros estad A Young Colors escola de serigrafia e moda esta buscando parceiros com capital disponível nos estados de Santa Catarina e São Paulo, para montar uma unidade da escola nestes estados.

Os interessados devem entrar em contato com Marcio Fernandes através do fone (41) 9900-9514 ou através do email youngcolors@youngcolors.com.br

Fonte: O Serígrafo

Curso de serigrafia

Já estão abertas as inscrições para o curso de serigrafia técnica da Young Colors, aos sábados Nova turma iniciará aulas em 22/05/2010, com término em 26/06/2010.

O curso tem duração de 48 horas, e ensina a imprimir corretamente as mais diversas técnicas serigráficas.

As inscrições podem ser feitas até o dia 20/05/2010, e ao final do curso será sorteado um kit de produtos Agabê.

Tel. (41) (41) 3222-6666.

www.youngcolors.com.br

Fonte: O Serígrafico

Separação de cores na serigrafia


Todos que trabalham na área de Silk Screen sabe que a separação de cor para serigrafia pode ser uma tarefa difícil e tediosa. Neste vídeo é feita uma comparação de tentar fazê-lo no Photoshop e depois no Spot Process software.

Note que no Spot Process é bem mais simples fazer a separação das cores.

O software em questão foi desenvolvido exatamente para isso. Ele funciona com um plugin que pode trabalhar em conjunto com o Photoshop, Illustrator ou Corel.

Para esclarecer, você precisará executar o Spot Process com o Photoshop. O Photoshop é usado para configurar e criar arte que é, então, abertas e separada no Spot Process. Para produzir filmes positivos você pode escolher e trabalhar no Photoshop, Illustrator, ou CorelDraw.

Um fato surpreendente sobre o Spot Process é que quando ele saiu, em 1996, foi o primeiro de seu tipo na indústria e o valor dele era US $ 15.000, hoje é vendido por apenas U$ 695.

Onde comprar e testar: http://www.softwareforscreenprinters.com/


Fonte: Almanaque do Gigante

Revista Computer Arts - Edições: 5, 6, 7 e 8.

computerarts5 [Revista] Computer Arts Brasil   Edições 05, 06, 07,  08

Computer Arts Brasil – Força jovem – Edição 05

Tamanho: 14,48 mb – Formato: pdf

Uma geração de novos talentos mostra como seguir, desde cedo, um caminho de sucesso em design e ilustração

Tutoriais
• Técnicas de Serigrafia usando o Photoshop.
• Truques para vetorizar fotos no Illustrator.

E também:
• LightWave 3D
• Maya
• RealFlow
• InDesign…

Efeitos fluidos:
Perca o medo d’água e renderize líquidos como os profissionais.

DOWNLOAD

computerarts6 [Revista] Computer Arts Brasil   Edições 05, 06, 07,  08

Computer Arts Brasil – Tenências 2008 – Edição 06

Tamanho: 14,23 mb – Formato: pdf

Grandes designers apontam o que vai pegar neste ano

Como a Sony criou versões CG de Angelina Jolie, Anthony Hopkins e John Malkovich em Beowulf

Pixels e Vetores
Aprenda com o mestre Derek Lea a unir vetores e pixels e criar uma obra-prima

Tutoriais
• Combine pixels e vetores no Photoshop e no Illustrator
• Crie um logotipo a partir de rascunhos à mão
• Faça designs para cabeçalhos no Word com o InDesign
• E mais: Poser, Flash, MapZone, Dreamweaver…

DOWNLOAD

computerarts7 [Revista] Computer Arts Brasil   Edições 05, 06, 07,  08

Computer Arts Brasil – LOGO – Edição 07

Tamanho: 13,54 mb – Formato: pdf

Revelamos os segredos da criação de logomarcas originais e inovadoras.

Tutoriais:
• Crie m mural de graffiti virtual no Photoshop.
• Monte um Flip Book e mande para as principais agências de design.
• Domine e manipule o grid no InDesign.
• E mais: 3ds Max, Illustrator, Maya, After Effects…

DOWNLOAD

computerarts8 [Revista] Computer Arts Brasil   Edições 05, 06, 07,  08

Computer Arts Brasil – Arte Abstrata – Edição 08

Tamanho: 13,24 mb – Formato: pdf

ARTE ABSTRATA
Explore novos horizontes na vanguarda da ilustração.

Tutoriais:
• Tipografia no Illustrator e Photoshop.
• Finalização de visualizações no Photoshop.
• Arte algorítmica no Flash.
E mais: Maya, Toon Boom, 3ds Max…

DOWNLOAD


Fonte: ebooksgratis

Normas ABNT



ABNT NBR 13089:1994 - Impressões serigráficas - Método de avaliação

Esta Norma prescreve o método de avaliar a qualidade visual de peças impressas pelo processo serigráfico.



ABNT NBR ISO 12647-5:2008-Tecnologia gráfica - Controle do processo de separação de cores, prova e impressão: Parte 5: Impressão em serigrafia

Esta parte da ABNT NBR ISO 12647 especifica uma quantidade de parâmetros e seus valores que serão aplicados quando da preparação de separação de cores para quadricromia por serigrafia na produção de provas ou tiragem em máquina plana ou cilíndrica.

Fonte: abtg.org.br

Caminhos da Serigrafia comemora 50 anos de carreira de Zé Tarcísio

A exposição acontece de 28 de abril a 28 de maio no Museu do Ceará

Próximo de completar 50 anos de carreira artística, José Tarcísio Ramos, mais conhecido como Zé Tarcísio, apresenta em Caminhos da serigrafia uma releitura de sua obra, especialmente aquela das décadas de 1960-1970. A exposição que acontece de 28 de abril a 28 de maio no Museu do Ceará, é uma parceria da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará(Secult) e Associação de Amigos do Museu do Ceará. O pintor, gravador, escultor, cenógrafo, figurinista e colecionador cearense Zé Tarcísio nesta mostra expõe 15 desenhos em serigrafias. Alguns em tom memorialista, relembra cenas de suas idas e vindas à Canindé e Juazeiro do Norte na infância, acompanhado de sua madrinha, Dona Luisinha (Bibi). Além de oferecer uma releitura de sua obra, Zé Tarcísio apresenta uma série assinada e numerada, tendo como impressor o profissional Oswaldo Barbosa, que conta a história do saber serigráfico.

Na mostra, o artista apresenta, por meio da serigrafia, o auge do período “pop” e da “nova figuração brasileira” quando sua produção surge no panorama das artes plásticas nacional, com a exposição Círculos, inaugurada no XV Salão Nacional de Arte Moderna, no Rio de Janeiro (1966) e com grandes painéis na IX Bienal Internacional de São Paulo (1967), onde obteve o Prêmio de Aquisição Itamaraty. São desse período os desenhos em autocontraste, retratando o desespero dos anos de chumbo e o terror da tortura que se alastrava pelo Brasil.

Sobre o artista - Nascido em Fortaleza em 1941, Zé Tarcísio já expôs em mostras internacionais na Europa, EUA, outros países da América do Sul e várias capitais brasileiras. Em 1971, foi um dos representantes do Brasil na VII Bienal de Paris, França. Sua obra mais famosa é “Regando pedras”, escultura que conquistou o Prêmio XXIII Salão Nacional de Arte Moderna, em 1974, no Rio de Janeiro. Em 1976, a obra se transformou em selo, editado pela Empresa de Correios e Telégrafos.

O artista realizou seus primeiros trabalhos na década de 1960. Incentivado pelo pintor Antônio Bandeira. Entre as exposições de que participou, destacam-se: Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro, várias edições entre 1966 e 1974 (neste Salão, conquistou os prêmios Isenção de Júri, 1972; prêmio viagem ao país, 1973; e prêmio viagem ao exterior, 1974); IX e XV Bienal Internacional de São Paulo, 1967 e 1979 (Prêmio Aquisição, 1967); VII Bienal de Paris, França, 1971; Arte/Brasil/Hoje: 50 Anos Depois, na Galeria Collectio, São Paulo, 1973; Panorama de Arte Atual Brasileira, no Museu de Arte Moderna, São Paulo, 1975; 30 Anos: Atividades Artísticas, no Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 1990; e Síntese da Fase Ecológica de Zé Tarcísio, Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, 1992.

Serviço:

Exposição: Caminhos da serigrafia
Artista plástico: Zé Tarcísio
Local: Museu do Ceará (Rua são Paulo, 51, Centro)
Período: 28 de abril a 28 de maio.
Oficinas com o artista: Agendadas para o dia da abertura, com alunos da rede pública de Fortaleza.

Fonte:Secult/CE

Centro Cultural tem Oficina de Serigrafia


O Centro Cultural iniciou uma oficina de serigrafia no dia 5 de maio, e vai até o dia 23 de junho. As inscrições são gratuitas.

As aulas abordam conceitos de intervenção e expressão artística, os alunos vão ter a oportunidade de aprender técnicas de serigrafia e utilizá-las em abordagens e significados das cidades, sendo imagens urbanos ou paisagens.

As aulas acontecem das 18h30 às 21h30. O Centro Cultural fica na Praça Cel. Vitoriano, 1, no Centro. Mais Informações pelo telefone (12) 3625-5140. As vagas são limitadas.

Fonte: Guia Taubaté

Oficina de Serigrafia Grátis em Corumbá/MS



Oficina de serigrafia começa dia 31 no Moinho



Corumbá (MS) De 31 de maio a 11 de junho será realizada em Corumbá a terceira oficina de serigrafia. O curso tem 12 vagas, é gratuito e está aberto a pessoas com mais de 18 anos. As aulas serão realizadas das 8h às 11h30 e das 14h às 17h no ateliê do Moinho Cultural Sul-Americano. Os interessados devem se inscrever do dia 17 ao dia 25 de maio na sede da Escola, situada à rua Domingos Sahib, 300, no Porto Geral.

O curso será ministrado pelo professor Heniton Faria Santos que foi contratado de Belo Horizonte/MG. A capacitação incluiu todos os estágios da serigrafia, desde a preparação da tela, a arte e sua montagem industrial. Nas aulas, os alunos vão aprender até a administração do ateliê, incluindo cálculo das despesas e gastos de equipamento e manutenção.

A iniciativa tem o objetivo de formar profissionais para atender ao mercado local e também garantir mão-de-obra especializada

Exposição Andy Warhol

http://www.botecodesign.org/wp-content/uploads/2008/12/andy-warhol-marilyn.jpgO Citi traz para o Brasil o mestre da Pop art com entrada
gratuita para nossos clientes Citibank, Credicard, Diners e Citi Corretora*. De 20 de março a 23 de maio, na Estação Pinacoteca de São Paulo. Nos 95 anos do Citi no país, o presente é para todos os brasileiros: a exposição de Andy Warhol, um dos maiores artistas do século XX. Mais do que um presente de aniversário, é um investimento na cultura do país.



Sobre o Artista:

Nascido em 6 de agosto de 1928 em Pittsburgh, Pensilvânia, Andrew Warhola ou Andy Warhol estudou design no Instituto de Tecnologia de Carnegie, hoje Universidade Carnegie Mellon. Em Nova York, ilustrou importantes revistas como Vogue, Harper's Bazaar e The New Yorker, além de anúncios publicitários e displays para vitrines de lojas que lhe conferiram prêmios no Art Director's Club e no The American Institute of Graphic Arts.

Teve sua primeira mostra individual no início da década de 50, época em que passou a assinar Warhol. Ficou famoso no final dessa década, quando expôs latas de sopa Campbell pintadas à mão e uma galleria em Los Angeles.

Em 1962, começou a usar serigrafia e outros meios de reprodução mecânica, eliminando a distinção entre fotografia e pintura, assim como a pop art eliminou a linha que separava a arte erudita da comercial. Consagrou-se um dos principais nomes do movimento pop art no mundo. Foi também patrocinador e a mente por trás da conceituada banda novaiorquina The Velvet Underground.

Andy Warhol, Mr. America

De 20 de março a 23 de maio de 2010
Estação Pinacoteca
Largo General Osório, 66 - Luz - São Paulo - SP
Entrada gratuita para todos os clientes Citibank, Credicard,
Diners e Citi Corretora*

Entrada: R$6,00
Entrada franca aos sábados.

Mais informações: (11) 3335-4990.

Portifólio Digital

Por Luiza Zarnott
Com uma ligeira semelhança entre os sites Devian Art, Design Related e Coroflot, porém, no quesito tecnologia, superior aos concorrentes, o Behance atua como uma ferramenta de referência, envolvendo profissionais de todo o mundo que trabalham com design, publicidade, arquitetura, jornalismo, artes plásticas e muitos outros. Uma plataforma multimídia usada para demonstrar trabalhos, projetos e portifólios elaborados por tais profissionais. A exposição é gratuita e vista diariamente por milhões de usuários.

Para Flavio Vidigal, diretor de criação digital, um dos poucos usuários do Brasil, a proposta do site é organizar, catalogar e disseminar a produção criativa mundial por meio da web. Assim, estreitando relações entre profissionais, agências e empresas. Porém, no site, são poucos os usuários brasileiros. Vidigal, que já conhece o Behance há dois anos, diz que a maioria dos adeptos nacionais são profissionais envolvidos no meio digital, mas ainda assim, é raro ver a bandeira verde e amarela no portal.

Para aqueles interessados em abrir uma conta no Behance.net a terefa não é tão fácil assim. Primeiro, o usuário precisa ser convidado e depois de montar seu portifólio digital, os moderadores do site precisam aprová-lo. Mais uma característica que mantém os padrões de qualidade do site. Para aqueles que conseguem passar desta fase, os serviços são os mais diversos. Com capacidade ilimitada de projetos o site é uma ferramenta que ajuda a alavancar carreiras, já que é utilizado por grandes empresas, editores e outros líderes da indústria criativa mundial para localizar talentos.

O Behance conta ainda com um vasto número de outros produtos, todos voltados aos profissionais criativos. Coleção de sites, loja e revista online, são alguns dos produtos que facilitam as atividades de quem necessita de uma ou outra referência. Mais conteúdos sobre tais produtos, o leitor pode conferir durante as próximas semanas no portal Publihelp.

Fonte: www.publihelp.com.br

.

Copyright © NovArt Theme by ChocoTemplates.com & Blogger Themes Sponsored by Busy Buzz Blogging